Cristóvão Barros foi denunciado pelo Ministério Público Estadual, em razão da desaprovação das contas municipais apresentadas ao Tribunal de Contas do Estado, referentes ao exercício financeiro de 2003. O MPE apontou irregularidades na aquisição de bens e serviços, no que diz respeito à realização dos devidos processos licitatórios.
O relator, desembargador Raimundo Nonato de Sousa, votando pelo recebimento da denúncia, informou que há indícios da prática dos delitos, que encontra-se, em princípio, suficientemente demonstrada nos autos do processo. A ocorrência, ou não, dos fatos, deverá ser verificada durante a instrução criminal. Em seu voto, o relator limitou-se ao recebimento da denúncia, no que foi acompanhado por unanimidade pelos outros membros presentes.
Durante a votação, o desembargador Joaquim Figueiredo, com base no artigo 181 do Regimento Interno do TJ, levantou questão referente à necessidade de afastamento do acusado das suas funções como magistrado. Acompanharam a divergência, concordando com o afastamento, outros dez desembargadores. Os demais cinco presentes votaram pelo não afastamento.
A votação quanto ao afastamento do magistrado foi adiada, em razão da falta de número especial de membros, necessário para esse tipo de decisão. A conduta de adiar a votação para aguardar os votos dos demais membros já foi adotada pelo TJ em casos semelhantes.
O julgamento foi presidido pelo desembargador Antonio Fernando Bayma Araújo, decano da Corte. Ele substituiu o presidente Jamil Gedeon, que se ausentou para participar de reunião no Tribunal Regional Eleitoral.
| ANA CARNEIRO | 23/07/2010 - 1:27 PM |
| NAO VEJO RAZAO PARA TAL JUIZ, CRISTOVAO BARROS , SE ESTABELECER EM ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL, SENAO PELO POVO E PARA O POVO. VEJO, QUE POUCOS COMO ELE, SE DISPOE PARA TAL ATO. OCORREU QUE , ELE NAO TEVE O EXITO DO TADEU E DEMAIS POLÍTICOS , ACREDITO EU, QUE FOI MAL ASSESSORADO. ALGUEM MAIS DISCORDA DISTO???!!!! Uma vez que os crimes não foram cometidos durante o exercício do cargo de juiz. PARA CONHECIMENTO GERAL ESTE JUIZ PASSA EM CONCURSO DESTE 1984 E TEM MAIS PASSOU EM 3 VESTIBULARES E PARA VÁRIOS CARGOS DESDE ENTÃO, CITANDO UM DELES FOI PARA PROCURADOR DO ESTADO E PARA JUIZ EM 1998 E EM 2004 | |