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São Luís
29/07/2010 -07:36
Saúde pública
Falta de UTIs volta a ser debatida em São Luís
Ministério Público promove amanhã reunião com gestores estaduais e municipais para discutir a ampliação do número de leitos em hospitais públicos

Dyego Rodrigues

Fila para tentar marcar consulta no hospital universitário Domingos Dutra. Sistema de saúde de São Luís é crítico.
 

A ausência do número suficiente de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) nos hospitais públicos em todo o estado do Maranhão e a falta de especificamente 100 para a quantidade mínima exigida pelo Ministério da Saúde, na capital tem gerado problema a pacientes, além das discussões e cobranças por parte da Promotoria Especializada em Saúde, do Ministério Público. Amanhã os representantes desta promotoria se reunirão para ouvir o que o Estado tem a propor para que as novas estruturas sejam construídas em caráter emergencial.

De acordo com a assessoria do Ministério Público, o ideal para atender toda a atual demanda da rede pública em São Luís, seria no mínimo 380 leitos de UTIs, o que não ocorre. Baseado nesse baixo número, a promotoria da saúde entrou com uma ação civil pública, que estava paralisada, onde requisitou ao estado um aumento expressivo no número de leitos, onde possa suprir a necessidade do público. Mesmo com a estagnação, O Ministério Público decidiu promover uma reunião, amanhã, com os gestores estaduais e municiais para discutir a problemática. Apesar de ter confirmado a reunião e o tema que será discutido, a assessoria não soube informar maiores detalhes sobre o assunto.

A situação da falta de leito também já foi alvo de denúncias do Ministério Público Federal (MPF). O órgão já se reuniu este ano com representantes do governo do estado e do município para discutir questão da superlotação nos hospitais. No entanto, o MPF provocou uma reunião no começo de junho deste ano na tentativa de resolver, ou mesmo, de criar uma solução para erradicar o problema existente na rede pública de hospitais do Maranhão. Porém, órgão alerta da existência de uma Ação Civil Pública tramitando desde 2004, devido o déficit de leitos em Unidades de Terapia Intensiva em São Luís que onde tem se tornado caótico.

Confira a reportagem completa na edição impressa de O Imparcial.





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